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Ela também mudou!!!

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Meu post de hoje estava prontinho, mas resolvi mudar o rumo da prosa pra contar pra vocês a história de uma amiga, uma irmã que, assim como eu, mudou radical. No caso dela acho que foi ainda mais corajosa, porque não teve aquele empurrãozinho que a vida nos dá para que a ficha caia.

Nos conhecemos trabalhando na VOCÊ S/A. Depois de alguns anos por lá, Carol (inquieta por natureza) resolveu ir atrás do seu sonho. Abriu mão do emprego na revista para se dedicar à Maria Caderneta, sua própria empresa, que começou como passatempo entre amigas. Um dia, ela fez um curso de encadernação, por curiosidade, hobby. Produzia caderninhos, agendas, álbuns. Fazia de casa uma verdadeira oficina – eu mesma já cheguei a recortar, colar. Aos poucos sua inquietude, energia e criatividade fizeram com que aquela “brincadeira” caísse no gosto da galera.

Carol, que levava uma jornada dupla entre caderninhos e seu trabalho na Abril, resolveu arriscar e mudar radical. Cheia de inseguranças, dúvidas, quem sabe até um pouquinho de medo, mas ela acreditou e sabia que deveria tentar. Ela tinha razão. Seguramente, hoje quando olha pra trás, não se arrepende de nada e, acredito, deve achar que cada friozinho na barriga, cada “será?” valeram a pena!

O vídeo abaixo comprova isso. É uma reportagem produzida pelo SBT sobre a Carol e sua Maria Caderneta. Verdade, sou suspeita. Mas mais do que amiga, cúmplice e companheira (vale dizer também que devo a ela e sua família o fato de ter encontrado meu namorido…amigo de amigos, sabe assim!?), tenho um super prazer em contar mais esta história de alguém que arriscou, correu atrás do seu sonho, enfrentou seus medos, inseguranças e mudou de rumos. E, hoje, está super realizada profissionalmente!

http://www.sbt.com.br/sbtvideos/media/?id=2c9f94b53552531701355386230f037d

Ah, e pra quem quiser conhecer melhor a Maria Caderneta, comprar umas coisas lindinhas, entra lá: http://coisitasdemaria.wordpress.com/

by Maria Caderneta (coisitasdemaria.wordpress.com/)

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Não basta mudar, é preciso também abrir a cabeça

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Sumi, não nego. Mas é que esta nova vida de estudante, profissional, “esposa” e responsável por uma casa (pra não dizer dona de casa) bagunçou minha rotina (que já estava quase encaminhadinha). Mas, aos poucos coloco meu dia-a-dia nos trilhos.

Já passei fases piores, mas confesso que há dias que tudo isso me causa muita ansiedade: por não conseguir fazer tudo o que quero, por não estar ainda no ritmo que eu gostaria, enfim. Mas esta semana ouvi de dois profissionais que respeito muito que tudo isso é normal e que é preciso mais do que três meses pra que estas coisas comecem a acontecer. Isso me deixa um pouco mais aliviada e com a missão de gerenciar minha ansiedade – ponto importantíssimo para quem quer mudar ou já fez uma mudança.

Mas em uma destas conversas que tive esta semana com a Nany, uma querida amiga (que além de uma pessoa com uma bagagem incrível, tem experiência em mudanças e suas implicações, já que viveu isso ao lado do marido, o Nélio, história que já contei aqui) me fez acender uma luz amarela. Ela me disse uma coisa que ainda não tinha pensado: quando mudamos de vida, de trabalho, de rotina ou o que quer que seja, uma forma natural de lidar com isso é nos mantermos presos aos nossas antigas crenças e costumes. Eu particularmente acho que essa é uma maneira inconsciente de nos sentirmos seguros diante de transformações muito grandes.

Enquanto ela falava, eu fazia uma análise rápida dos meus últimos três meses. E percebi que tenho feito isso! Mesmo tendo mergulhado de cabeça nesta mudança e esteja super contente com minha escolha, para algumas coisas minha cabeça continua funcionando da mesma forma. Ainda tenho na cabeça o perfil da “Renata antiga”, continuo lendo revistas de negócio e carreira como se fossem meus únicos interesses, esperando os mesmos resultados que tinha anteriormente e tentando repetir aqui no México meu modelo de vida antigo no Brasil. Isso é um erro, claro! Fazendo isso posso estar deixando passar outras oportunidades que não estou enxergando, porque continuo com os “óculos do passado”. Afinal, vivo dizendo aqui que mudar é se abrir ao novo (o que de fato acredito). Mas percebi que caí na armadilha da mudança, como boa parte das pessoas que mudam.

O desafio agora é maior, porque além de pensar coisas novas, como tenho feito, preciso me policiar para que meus velhos moldes não sabotem meus novos rumos em construção. Assim como a Nany me acendeu a luz (obrigada, minha amiga!) para isso, espero que este post também seja útil para quem quer dar uma virada (ou já a fez). Mais do que mudar de rumos, é preciso que a cabeça vá para o mesmo lado! #ficaadica