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Não deixe 2012 escapar

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Quais seriam suas promessas de ano novo, se este fosse o último da sua vida??? Pense um pouco e voltamos a falar nisso mais à frente!

Não preciso dizer como este foi um ano especial pra mim. Tive perdas, momentos tristes, claro. Mas sem sombra de dúvidas 2011 foi um divisor de águas na minha vida. As experiências e mudanças que vivi (e o turbilhão de sensações que as acompanham) deram origem a este blog, aliás.

Em 2011 tive a oportunidade de me conhecer um pouquinho mais, de repensar crenças e comportamentos, de valorizar coisas diferentes, de experimentar novas (e por vezes assustadoras) sensações, de me questionar, me desafiar. Tive a oportunidade de conhecer pessoas muito interessantes e possibilidades novas, que me apresentaram um horizonte mais amplo. E recomendo…

Recomendo tanto, que nas minhas promessas de ano novo (aquelas que fazemos todos os anos nesta época), mais do que emagrecer uns quilinhos (esta já é default, pois a faço ano após ano! Rs), viajar mais, blábláblá, também quero me comprometer a continuar vivendo novas coisas e intensificar esta fase de aprendiz (mesmo que as vezes não seja um pouco dolorido)!

Faço este convite a vocês também, desejando a todos um 2012 cheio de novidades, de bons desafios. Um ano com adrenalina, de questionamentos, de incertezas (por que não?), de aprendizados, de autoconhecimento e, principalmente, um ano de muita coragem pra fazer diferente e se arriscar mais!

Tudo isso tem um pouco a ver com a pergunta que fiz no começo deste post. Aliás, já pensou na resposta? Certeza que pensou em coisas ousadas, fora do comum, afinal, seria “agora ou nunca”, né?! Mas, por que não começar já????

Em tempo: 2012 pode ser mesmo sua ultima chance, pelo menos é o que previram os Mayas há milhares de anos…pelos cálculos deles (sempre muito precisos), em 21 de dezembro próximo se encerra um ciclo ( interpretado como fim do mundo por alguns). Os preparativos já começaram por aqui….mas esta é uma história pra 2012. Até lá!!!

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Convivendo com as diferenças

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21% dos mexicanos candidatos a uma vaga de emprego chegam atrasados à entrevista. Este dado, da empresa de RH Universo Laboral foi publicada na semana passada no Publimetro (reportagem completa, AQUI, nas páginas 33 e 34).

Não me espanta nem um pouco. Desculpem os amigos mexicanos, mas se tem uma coisa que me tira do sério e com a qual provavelmente não vou me acostumar aqui é a falta de pontualidade e compromisso com horários. Ok, nós brasileiros não temos muita moral no assunto. Mas é que a coisa aqui é tão arraigada (hábito cultural mesmo), que, acho, só quem vem de fora tem noção da intensidade disso. Em quase dois meses, raras foram as vezes em que não tenha ficado plantada por pelo menos 40 minutos esperando por alguém. E não pensem que rola um “desculpe pelo atraso”. Não mesmo! É normal e ponto. E acho que esta é a diferença. Os brasileiros se atrasam, mas pedem desculpas, em alguns casos com uma desculpa esfarrapada.

Agora, quando você muda a um novo lugar, uma das regras de ouro é se adaptar à cultura local e não tentar impor os seus hábitos ali. Além de aprender coisas novas e desenvolver uma competência mega importante – a flexibilidade -, essa atitude reduz muito as chances de estresse. Certo? Na teoria sim. Duro é praticar. Por isso, sigo com bom humor, disposição para me adaptar, chás de erva cidreira, respiração relaxante, meditação e, claro, artimanhas para driblar esta diferencinha cultural (já estou começando a marcar compromissos com 1 hora antes do que gostaria, contando com a “margem de erro”). E tem tanta coisa legal que o México e a galera aqui tem pra ensinar, que isso vira detalhe!

Viva as diferenças culturais!